Quarta-feira, 4 de Agosto de 2010
Minha amada amante
A toda a velocidade Sigo a toda a velocidade No comboio para Paris Para trás Lisboa E uma vida de escondidas Sigo para encontrar o meu amor A minha paixão, a mulher da minha vida A minha dama de dia, a minha puta na cama Dizem que as mulheres têm de ser assim Esta fisgou-me E eu que pensava igual aos viciados Vou experimentar, e quando quiser largo o vício Dura até hoje Lá sigo eu por montes e vales No meu compartimento uma jovem De vez em quando sorri-me Acho que está acompanhada pela mãe Mas a minha mente vagueia Está muito longe dali Passa corpo alvo da minha amante Do seu rosto a sentir prazer Das várias vezes que tínhamos feito amor em Lisboa Dos olhares trocados ao Domingo na igreja Ricardo Franco
publicado por Odracir às 20:59
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